domingo, 17 de maio de 2015

Caminhos de um Aprendiz em EBooK

 

 
 

                                                                                   

EBOOK Caminhos de um Aprendiz 
Livro de Halu Gamashi

 

 

 

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CAMINHOS DE UM APRENDIZ
Revelações sobre o Mundo Espiritual
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                 Detalhes do produto

  • Formato: eBook Kindle
  • Tamanho do arquivo: 5750 KB
  • Número de páginas: 375 páginas
  • Editora: Edição do autor; Edição: 1 (9 de fevereiro de 2015)
  • Vendido por: Amazon Servicos de Varejo do Brasil Ltda
 
 
 

               

       Escrevi este livro no inicio dos anos 90. Relato a minha descoberta experiencial do mundo espiritual através das minhas viagens astrais. Já havia lido alguns livros e ouvido de outras pessoas sobre a existência da esfera espiritual. Naquela época passei por um processo espontâneo de abertura de chakras. Estas aberturas viabilizaram-me deslocar para o mundo espiritual e retornar ao mundo físico lembrando com clareza do que vi, ouvi e aprendi.

      Encontrei muitas respostas para questionamentos pessoais sobre o livre-arbítrio, sobre como acontecem encontros entre seres desencarnados e encarnados, sobre a função dos mentores espirituais e, enfim, porque encarnamos e como escolhemos os aprendizados. Esta experiência me levou a compreender o meu nascimento, o porquê daquela família, as razões por eu ter nascido no Brasil, na Bahia, e a minha função no mundo.

        Naquela época, ao contar as minhas experiências para algumas pessoas, vi que elas extraíram para si algumas buscas – ouso até dizer algumas respostas – e fui incentivada por elas a escrever e, desde então, não parei mais.

Halu Gamashi


 

              Halu Gamashi é baiana de nascimento e uma cidadã do mundo por excelência. Terapeuta mais de 20 anos e criadora de técnicas corporais e sutis, ministra aulas e workshop sobre campo áurico, astrosofia, filosofia, saúde e comportamento humano em diversas cidades brasileiras e europeias. Iniciada nas culturas ancestrais, relata em livros a ampliação da consciência cósmica e as aberturas espontâneas de seus chakras.


 

        É autora com mais de 10 livros publicados no Brasil e Portugal, dentre eles:

Caminhos de um aprendiz;

O Plano inverso;⁽ ∗ ⁾

Chakras, a história real de uma iniciada;

Clandestina, o resgate de um destino;

Drácula, um alquimista em busca da eternidade;

A Hermenêutica de Deus e o Código Original;

Meditando com a Consciência Suprema;

O livro dos Sonhos Cabalísticos.

 

 
 
 

sábado, 29 de junho de 2013

A fórmula do perdão

A fórmula do perdão

A carne arde em uma dor dilacerante, queima, fuça, esmiúça, moi, tritura. Assim é a dor da criatura: a raiva a esfria, a decepção a nega, o ódio a acende, a melancolia a deprime, a nostalgia a acelera e a saudade recria a dor pura, nua, como nasceu.

Esta é a memória da dor da criatura.

E quando a dor revive, procria-se, gera outros veios que nascem quentes, ardidos, pruridos; e os veios cortam, invadem instâncias mais profundas, corroem e constroem uma enorme cratera nas fronteiras da criatura; e há, neste caminho, uma margem onde a dor não alcança, não contata e é daí que brota um pavor, um horror.

O que há naquela margem que limita a dor?

O que há não permite - aquilo que existe - na cratera penetrar, a decepção não a nega, a raiva não a esfria, a melancolia não a deprime e a nostalgia não a acelera.

A margem refrata, devolve à criatura a sua dor unindo-as mais uma vez. E dor e criatura se entrelaçam até que não haja diferença entre elas, e o que fica é algo inominável que expira uma grande ferida.

A criatura perdeu suas formas e a dor ganhou mais espaços.

A consciência extinta emigrou não se sabe para onde e a dor dói grande, pulsante, vermelha como o sangue, fétida como as lamúrias, numa espécie de anti-existência, e este anti-existente finalmente se encontra com a morte.

Já não há mais pavor ou horror - estes foram os últimos venenos que mataram a criatura. E a anti-existência, vagando, atravessa a margem, reconhece a vida, uma cor, conhece o verdadeiro silêncio e, de repente, sem nenhuma ordem ou comando, o anti-existente, com o seu quase nada, sabe-se diante do seu criador.

O ser superior que não a abraça, não a alenta, não a cura de sua dor; o silêncio do criador é uma lição constante, gritante de compreensão e o anti-existente - com o seu quase nada - começa a compreender o seu corpo depauperado, as suas formas extintas, a tintura amarga do seu viver e, de repente, sem nenhum comando, compreende que não esta sozinho, que todas as outras criaturas são e estão no mesmo caminho: o que as diferencia é o tempo. Algumas ainda estão no estágio de ardor da dor e de esfriá-la com a raiva, negando-a com a decepção. Outros revivem a memória da dor e o anti-existente, num ato de compreensão maior, despede-se do seu quase nada e é recriado pelo seu criador.

No seu primeiro novo instante se pergunta se já esteve ali outras vezes e esta indagação traz de volta sua consciência. Num segundo instante - de novo criado - pensa em retomar seu caminho e faz uma nova descoberta: quando se está nos terrenos do criador é ele quem determina o momento do retorno.

Na condição de novo, de criatura, percebe uma outra margem e conhece uma nova dor. Esta não arde, não corta, nada a esfria e não há como nega-la, não acelera, não dispersa e não dispensa; e sem nenhum comando, sem nenhuma ordem a criatura sabe que aquilo que sente agora não é uma dor provocada pela vida, não é uma dor ungida por outras pessoas: é a necessidade de perdão.

Nas margens do perdão há uma dor diferente das outras, ela ilumina e clareia.

Neste momento, a criatura descobre a fórmula do perdão, compreende que o perdão é um contrato no qual está esclarecido que a criatura precisa abdicar da culpa e dos culpados, do ego e dos egoístas, das barganhas que fez para sobreviver até então, precisa renunciar aos dias vividos deixando para trás perdas e ganhos, e bem e mal tem o mesmo tamanho.

O contrato esclarece que tudo o que se viveu é parte de alguma coisa menor do que se tem para viver; a dor dói e não machuca. A nova criatura descobre que tudo o que viveu simplesmente é a menor parte de alguma coisa desconhecida que não foi tanto e nem tão pouco.

De fato não houve brilho, nem ausência de cor, simplesmente fazia parte de uma massa inocente que ainda busca nas pessoas o que nenhuma pessoa tem para dar e ofereceu-se como se tivesse algo, ofertou o que não era seu e cobrou de quem não tinha; e, sem nenhum comando, nenhuma ordem, a criatura soube que antes de voltar ao seu criador fazia parte do reino das criaturas inocentes porque só um inocente fere por desconhecer que também será ferido, só um inocente mata por desconhecer que também estará morrendo junto.

Na inocência há coisas a fazer, a realizar, na inocência há prêmios e reconhecimentos. O perdão é como um tronco de árvore na correnteza do rio e agora é um instante da primeira escolha da nova criatura: ou abraça o tronco e permite que a correnteza do rio conduza-a para o novo momento ou...

A nova criatura não sabe, não sabe porque já abraçou o tronco da árvore que a enraizará em outro reino.

Abraça o tronco perdão, perdoa-se, perdoa tudo, perdoa todos. E a correnteza que escalpa a pele do tronco destitui a nova criatura da sua pele e, de repente, sem nenhum comando, criatura e tronco se fundem e viajam sem dor não se sabe para onde.

Halu Gamashi


Dedico este texto a Dra. Cíntia Azevedo Marques Perico, que me ajudou a desplantar a minha árvore dos terrenos áridos que também construí com a minha existência e me possibilitou conhecer novas afluentes do mesmo rio.


quarta-feira, 27 de março de 2013

Os Oficios, Halu Gamashi

                          

                                                             Sobre os ofícios 


   
         Em 27 de janeiro de 1997, às 9h, em São João da Aliança, GO/BR, eu, Halu Gamashi, fui completamente tomada por uma consciência que disse a mim ser um "Kadoshi" -- uma semana antes havia sido orientada pela espiritualidade que acompanha o meu trabalho a me dirigir a cidade acima citada. Muitas pessoas me acompanharam e viveram este importante momento comigo.


         Exatamente no dia e hora citados esta força falou por minha boca -- difícil, impossível descrever a sensação de ternura, carinho e compreensão que se apoderaram de mim. Simplesmente descrevo como uma necessidade vital de levar aos homens estas mensagens, que todos os que lá estavam ouviram-nas pela primeira vez, juntamente comigo.

         Coloquei estas mensagens em um livro intitulado: "A Hermenêutica de Deus e o Código Original".

         Hoje, dia 18 de março de 2013, às 11h, no Vale do Capão, Chapada Diamantina, BA,/BR, recebi a orientação de colocar este documento espiritual no meu site; se não o fiz antes foi por não ter recebido esta ordem que, agora, recebo. Junto com a ordem me vem um recado ou uma mensagem para que eu distribua: “Este documento espiritual que se auto-intitulou ‘Ofícios’, ‘Parte III, Ofícios e Epistolas’, livro ‘A Hermenêutica de Deus e o Código Original’, são, na realidade, diretrizes, setas que iluminam a jornada dentro deste período de profundas trevas que estamos atravessando”.

         Recebo também a informação que o nosso planeta mergulha na parte mais escura desta treva atemporal. Sou informada que levaremos sete anos para ultrapassá-la. O nosso planeta já viveu fases como esta em outros tempos, cito aqui os sete anos de fome no Egito, que não foi pior porque José foi avisado em sonho. Recomendo pesquisa sobre este período na Bíblia, livros místicos e textos esotéricos que narram diversos períodos em que o planeta Terra repetiu esta mesma experiência.


         Eu, Halu Gamashi, recebi uma ordem e a cumpro com inteireza.

         4 x 4 = 16. Isto é uma citação cabalística que significa: "Assim é, assim será, assim o cumpra".


         No dia 27 de janeiro de 2013 eu me instalei aqui, no Vale do Capão, Chapada Diamantina, BA/BR, para morar também recebendo ordens superiores. Hoje, 18 de março de 2013, recebo este texto juntamente com a orientação de repassar a todos, semanalmente, este documento espiritual que foi chamado pelos seres superiores de "Ofícios".

         Desde o dia que os recebi até os dias de hoje se passaram 16 anos e, durante estes 16 anos eu, Halu Gamashi, fui conduzida pela espiritualidade superior a mergulhar nesta treva atemporal na qual, de tempos em tempos, todo o planeta mergulha. Vi muitas coisas, compreendi outras tantas. Esta zona de treva é perigosa, estimula a maldade dentro dos homens através das suas mesquinharias, ódios, desavenças, invejas, cobiças pessoais.

         Sou informada que a cada um milhão de pessoas que mergulham nestas trevas uma consegue sair. Quem sabe fazer contas que faça.

        Dou aqui o meu testemunho: durante estes 16 anos por muitas vezes eu mesma conclui que não conseguiria sair. A minha tábua de salvação foram estes “Ofícios”; ler, refletir e estudá-los operou na minha mente uma lucidez para encontrar as pedras luminosas que me levariam à saída, que me levariam ao portal da luz .

         4 x 4 = 16

         Fiz, cumpri e isto é o que importa.

         São sessenta “Ofícios” e vamos disponibilizar um por semana por ter sido exatamente assim que me orientaram a fazer.


         Quem quiser aprofundar, conversar sobre este tema, só o farei de forma oral e pessoalmente por ter sido desta maneira a orientação que recebi.


         Com carinho por todos,

                                                                                                                   Halu Gamashi


                                       "Introdução


Eu sou a Luz que desapareceu sem apagar a lamparina.
Eu sou a Luz, eu sou o Éden.

Eu vou criar mais criaturas dentro das criaturas.

Eu sou, sou o fogo que flagrou os ramos do cipreste.

Eu sou o sangue que escorreu do ferro.

Eu sou a seiva que coloriu de verde o verde,

Que descoloriu o verde e alimentou a terra.

Eu sou o que falta na voz da sua fala.

Eu sou o que falta no limo da sua dor.

Eu sou o que falta no sabor da sua saliva.

Eu sou o que sobra na fartura da lua.

Eu sou o que sobra em tudo o que nasceu.

O estranho, o interno, o eterno, o íntimo, o postulado.

Eu sou, eu sou, eu sou, eu sou.

O que não se sabe sou eu.

O que nao se entende sou eu.

O que se quer sem saber sou eu.

Eu sou a oculta visão do cego,

O sombrio verbo do mundo,

O pulsar do pulsar de um instante antes da vida.

Eu sou para quem se oferece a ferida.

Eu sou, eu sou, sou eu.

Eu sou o corte do frio.

Sou eu que sou.

Eu sou, eu sou.

De ontem ate hoje, de hoje para amanhã sou eu que vou.

Eu que sou o rizo do hiperon, sou eu.

O tisne do Chipre sou eu.

A gemula do âmago do homúnculo sou eu.

O rípio sou eu.

Quem sou, eu sou.

O icto do buril sou eu.

A semana, a semente, o sêmen da semente da semana sou eu.

Sou eu que sou, eu sou.



Observações sobre a Introdução:

Rizo: elemento de composição grego, raiz.
Híperon: denominação genérica de barions instáveis, mais pesados quer o próton e que contém pelo menos um quark estranho.

Gêmula: pequena gema, embrião. Corpo reprodutor assexuado que se forma nas esponjas de água doce e em certos organismos marinhos destinado a multiplicação vegetativa.

Homúnculo: miniatura do feto humano que se supôs existir no espermatozóide.

Rípio: cascalho ou pedra miúda, com que se enchem os vãos deixados nas paredes pelas grandes pedras.

Icto: choque, golpe, acesso ou ataque súbito.

Buril: instrumento para lavar a pedra."

Algumas pessoas sugeriram o glossário acima de palavras pouco usuais e Halu Gamashi acatou.


                 Acesse Epístola da semana

Terreno Baldio nasceu da minha necessidade de uma comunicação livre, ilimitada, sem formatos. Assim podemos mudar de assunto sem ferir os melindres da comunicação, como num bate-papo... De repente... Um assunto leva a outro e a conversa vai girando por uma ordem de prioridade inédita exclusiva e afinada com o pulso do momento. Por que não?

Terreno Baldio é para mexer e remexer na nossa imaginação. É um instrumento para fortalecer a máxima do: "É proibido coibir".

Eu acredito que pagar o preço para falar estimula a coragem para rasgar as mordaças. Dar conta de ouvir estimula a generosidade de alcançar, na fala do outro, uma aproximação.
Quando olhamos um terreno baldio imediatamente pensamos se há um dono. E eu penso que, quando um terreno baldio me olha, me pergunta: "Não quer você ser meu dono?". E o verdadeiro dono de um terreno baldio, para que terreno baldio ele continue a ser, permite a baldiação de pensamentos, sentimentos, dúvidas, investigações que só caberiam nos terrenos baldios, cujas respostas surgem nos vislumbres de uma imaginação, cujo dono propicia a comunicação.
Quer canalizar comigo?

Quando você vir um terreno baldio lembre-se de mim, debande-se para a sua casa e baldie `a vontade no meu, no seu, no nosso Terreno Baldio.

Halu Gamashi

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Ficha Telúrica

Rede de ação: Halu Gamashi

Dia gramação: Dienny Marques, Dimas Xapanan
Tradução: Silvia Nogueira

Cercas Vivas: futuros colaboradores